
A deficiência mental é definida como um problema estrutural no cérebro que altera o rendimento intelectual de um indivíduo, ou seja, o seu nível de conhecimento é prejudicado já que seu QI (quociente de inteligência) está abaixo do valor considerado padrão pelos testes psicométricos e por dosagens cognitivas. Tal problema é divido por níveis que caracterizam o indivíduo de acordo com suas dificuldades: Bordeline: Pessoas que se enquadram nesse nível do distúrbio possuem QI variando entre 68 e 85. Apresentam dificuldades em aprender e a lidar com outras pessoas. Ligeiro: Pessoas que se enquadram nesse nível possuem QI variando entre 52 e 67. Apresentam dificuldades culturais, familiares e ambientais. Moderado: Pessoas que se enquadram nesse nível possuem QI variando entre 36 e 51. Apresentam dificuldades em falar e a se adaptar a padrões impostos pela sociedade. Severo: Pessoas que se enquadram nesse nível possuem QI variando entre 20 e 35. Apresentam problemas psicomotores e dificuldades em se expressar utilizando a fala. Profundo: Pessoas que se enquadram nesse nível possuem QI menor que 20. Apresentam problemas sociomotores, de comunicação, dificuldade em realizar atividades e de receber estímulos. A partir da classificação do problema é necessário aplicar métodos de auxílio às áreas em que o indivíduo apresenta dificuldade. Normalmente esses são atendidos por equipes médicas compostas por fisioterapeutas, psicólogos, médicos e fonoaudiólogos. Apesar de muito confundida com doença mental, a deficiência mental se difere grandemente desse outro problema, pois não afeta as demais funções do organismo e nem sua percepção de mundo e de si mesmo.
Por Gabriela CabralEquipe Brasil Escola
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